Presente em Londrina desde 1997, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) oferece mais cursos, para o segundo semestre. A programação incluiu MBA Executivo em Gestão Estratégica de Pessoas; Pós-Graduação em Administração de Empresas; MBA Executivo em Gerenciamento por Projetos e MBA Executivo em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria.
Segundo o diretor administrativo e financeiro da FGV, Roberto Caneppele Pasinato, cada curso atende a uma demanda. ''O MBA voltado à Gestão Estratégica de Pessoas, por exemplo, não é somente direcionado ao gerente de RH, mas sim a pessoas que lidam com times e equipes, liderando conjuntos. A pós-graduação em Administração de Empresas dá ferramentas ao aluno que saiu da faculdade e quer voltar ao mercado. É a prática da teoria, toda semana trabalhando como se estivesse dentro de uma empresa, culminando em jogos de negócios, atestanto que esse aluno entrou júnior e saiu sênior''.
Em sua terceira turma, o MBA em Gerenciamento por Projetos é dos mais procurados. Por uma simples e incisiva razão, segundo Pasinato. ''O gestor em projetos evita o fracasso, pois analisa se um projeto é viável ou não. O Brasil acordou para essa questão. Hoje, muitas empresas estão mudando seu modelo de gestão, ou seja, o projeto passa a prevalecer. Um exemplo: a Petrobras, hoje, trabalha por projetos, há o profissional do projeto''.
Pela primeira vez implementado em Londrina, o MBA Executivo em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria é focado à área de Exatas.''Esse curso é mais voltado à área finaceira, bastante específico, voltado à área de exatas. Os bancos e empresas, com seus diretores, são os que mais nos procuram'', sublinha Pasinato.
FGV em Londrina - Completando dez anos de atividades em Londrina, a Fundação Getúlio Vargas cumpre, segundo Roberto Pasinato, aquilo a que se propôs: levar seus projetos a outras localidades além do eixo Rio-São Paulo. ''Londrina sempre esteve mais de olho no que acontece em São Paulo do que em Curitiba. A partir de 1995, a GV decidiu levar seus programas de especialização para os diversos locais do Brasil. Procuramos criar um braço e não um mero representante, criando dois institutos, os Isae, sendo um em Manaus e outro em Curitiba. Um ano depois, trouxemos um curso de pós-graduação a Londrina''.
Na primeira década de atuação em Londrina, o balanço é positivo. ''Em 2007, demos início a três novas turmas, fechando um ciclo de 27 turmas. Hoje, considerando os cursos que estão para iniciar, teremos 1000 alunos que passaram por nosssos bancos. Nos últimos dois anos, houve uma procura maior. Se consideramos Londrina e o pólo regional que ela representa, o número ainda é pequeno, mas, com o tempo, creio que as pessoas assimilem, cada vez mais, esse conceito de profissionalização e diversificação. É uma educação continuada'', finaliza.
Serviço:
Outras informações pelo site www.fgvpr.br

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