Os metalúrgicos da CUT e da Força Sindical acreditam que as férias coletivas nas montadoras vão atrapalhar as negociações salariais da categoria. ''A parada atinge diretamente as autopeças. Os empresários já anunciaram que a queda nas vendas deverá ser de 25%'', disse Ramiro de Jesus Pinto, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. A categoria quer 15% de reajuste e aumento real, jornada de 40 horas e garantia no emprego.
O Sindipeças informou ontem que já prepara um estudo do impacto das coletivas nas montadoras no setor. Segundo o negociador trabalhista do sindicato patronal, Drausio Rangel, pelo menos 70% das autopeças vivem em função das montadoras.

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