A Associação Cultural e Esportiva de Londrina (Acel) lançou ontem a 41ª Feira Agrícola, que este ano vai se chamar Casa Japão. Marcada para acontecer entre os dias 8 e 17 de junho, no Centro de Eventos de Londrina, a feira deste ano vai oferecer, além de aspectos culturais e deportivos já tradicionais, oportunidade de negócios para empresários de diversos setores.
Várias autoridades, entre elas o prefeito Nedson Micheleti (PT), o secretário de Cultura Bernardo Pellegrini, vereadores e empresários compareceram ao lançamento. A cineasta Tizuka Yamasaki também esteve presente. O presidente da Acel, Issamu Suzuki, explicou a mudança de nome da feira. ‘‘Mais do que uma feira, queremos celebrar a integração entre Brasil e Japão. O nome deixa isso claro’’, afirmou. O novo local da feira, segundo Suzuki, vai proporcionar maior número de estandes de produtos agrícolas e tecnológicos de origem nipônica.
No ano passado, informou o presidente da Acel, cerca de 60 mil pessoas presitigiaram o evento. ‘‘Este ano esperamos pelo menos 100 mil visitantes’’, calcula Suzuki. Praça de alimentação com pratos típicos, danças, oficinas e cerimônia do chá vão fazer parte do programa. A Casa Japão, de acordo com Suzuki, vem firmar a importância da segunda maior concentração de japoneses do País.
A Casa Japão também vai enfatizar o folclore japonês, um dos mais criativos do mundo. ‘‘Teremos uma casa típica, confeccionada em papel’’, informou a artista plástica Kioko Morita, coordenadora- geral da decoração da feira. Um concurso temático, denominado Maravilhas da Terra, vai envolver a comunidade japonesa e demais visitantes. ‘‘Legumes, frutas, grãos e sementes vão servir de matéria-prima para esculturas e arranjos’’, explicou Kioko Morita.

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