Foi com o auxílio da Emater, por exemplo, que Rozeli Tereza Becker, do Distrito de São Martinho, conseguiu sair do anonimato. Ela produz bombons há muito tempo no período da Páscoa. Desde agosto de 2004 resolveu aumentar o negócio e recebeu ajuda da Emater sobre questões de legalização e desenvolvimento da marca. ''Hoje já tenho até rótulo nos meus produtos'', brincou. A empresa Ki Bombom, é formada apenas por Rosely, que fabrica cerca de três mil bombons por mês, para festas de aniversário e casamentos.
O produtor Marcelo Hiroyuki Kobiraki também tem conseguido melhorar seus negócios desde que passou a receber o apoio da Fábrica do Agricultor. Na sua propriedade, Kobiraki produz noz macadâmia, e revende o produto para consumo na forma de aperitivo - descascada, desidratada e salgada - e também dentro de bombons de chocolate.
''Trabalhamos desde 2000, mas faltava apoio na parte comercial. Com a ajuda do programa nossos contatos aumentaram - através das feiras - e conseguimos ampliar o espaço de revenda'', destacou. Até para o layout da embalagem o produtor recebeu ajuda: a Emater em parceria com estudantes de desenho gráfico da UEL desenvolveu o projeto.
O mesmo aconteceu com Rodrigo Inácio da Silva, produtor de café. Quando decidiu entrar no mercado, há dois meses, e revender café torrado e moído pronto para ser consumido, ele foi em busca de apoio. ''A Emater junto com alunos da Unopar produziram o formato da embalagem. Além disso, recebi orientações sobre outras questões de negócios'', lembrou. A Feira, segundo ele, é a melhor oportunidade que poderia receber para divulgar seu produto. ''Com esse apoio, daqui pra frente o plano é evoluir e produzir cada vez mais''.(E.Z.)

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