Guto Rocha
De Londrina
O leilão de compra de feijão que o governo federal promove hoje não deve alterar o mercado físico do produto, pelo menos no curto prazo. A avaliação é de cerealistas e corretores de mercado ouvidos ontem pela Folha . Segundo o cerealista Délcio de Oliveira Sisti, da Cerealista Feijão de Ouro, em Maringá, a oferta do produto que o governo pretende comprar é grande e o mercado do Sul não absorve este tipo de feijão. ‘‘O governo vai comprar feijão tipo 3, que não agrada o consumidor do Sul’’, disse.
O corretor Cícero Malucelli, de Curitiba, também acredita que o leilão não deve refletir agora no mercado. No entanto, ele observa que como o governo vai realizar mais de um leilão de compra de feijão, o mercado deverá ficar mais enxuto, podendo refletir nos preços a partir de novembro.

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