Ge­ral­men­te con­cen­tra­dos nos ­itens ali­men­tí­cios co­mo ar­roz, fei­jão, açú­car, sal e fa­ri­nha de tri­go, as mar­cas pró­prias são um fi­lão pa­ra as pe­que­nas re­des cres­ce­rem. Uma re­de de far­má­cias de Lon­dri­na fo­cou na fa­bri­ca­ção de cos­mé­ti­cos e só vê o ne­gó­cio cres­cer. De acor­do com Ana Ca­ro­li­na da Cos­ta, di­re­to­ra da mar­ca de hi­gie­ne pes­soal, ­seus maio­res clien­tes são os va­re­jis­tas ali­men­tí­cios que pul­ve­ri­zam ­mais da me­ta­de da sua pro­du­ção.
  A em­pre­sa ­criou em 1995 um par­que in­dús­trial pa­ra fa­bri­car prin­ci­pal­men­te sham­poos e con­di­cio­na­do­res. Há 12 ­anos no mer­ca­do, ho­je pos­sui uma li­nha com 24 ­itens e fo­ca a dis­tri­bui­ção nos pe­que­nos va­re­jis­tas pa­ra cres­cer. ­Seus clien­tes es­tão em Apu­ca­ra­na, Al­vo­ra­da do Sul, Cam­bé, Ma­rin­gá, Po­re­ca­tu, Ro­lân­dia e in­clu­si­ve ci­da­des do Es­ta­do de São Pau­lo. ‘‘Mui­tos vêm à Lon­dri­na e co­nhe­cem os pro­du­tos den­tro das nos­sa lo­jas e aca­bam vi­ran­do ­cliente’’, co­me­mo­ra.
  Se­gun­do Ana Ca­ro­li­na, o seu pon­to de ven­da é a prin­ci­pal es­tra­té­gia de ex­po­si­ção e ser­ve pa­ra ar­re­ba­nhar clien­tes en­tre os pe­que­nos va­re­jis­tas. Da re­cei­ta de 2008, ape­nas 44% do que foi pul­ve­ri­za­do fi­cou ao car­go das lo­jas. O res­tan­te foi ven­di­do so­bre­tu­do pa­ra pe­que­nos su­per­mer­ca­dis­tas e com­pu­tou cer­ca de 56% do fa­tu­ra­men­to da mar­ca. (R.O.)

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