Além da pouca oferta de transporte aéreo, outro problema enfrentado pelo Teca é a ausência de um posto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em Londrina. Determinadas cargas, como medicamentos, alimentos, e material de higiene, exigem vistoria do órgão para serem desembaraçadas. Até há pouco tempo, esse serviço era agendado no posto da agência de Maringá. Um fiscal vinha a Londrina sempre que necessário.
Segundo o superintendente da Infraero em Londrina, Marcus Vinícius Pio, o serviço está suspenso. E só deverá ser retomado a partir do dia 28 de agosto, quando uma comitiva da Anvisa vem a Londrina. "Precisamos apresentar (à agência) uma autorização de funcionamento de empresa (AFE)", explica.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Valter Orsi, diz que a entidade está lutando para que seja instalado um posto definitivo da agência em Londrina. "Não é possível, que uma cidade como a nossa ainda não tenha essa estrutura", afirma.
Por meio da assessoria de imprensa, a Anvisa informou que a quantidade de cargas que chega ao Teca de Londrina é "muito reduzida". E, por essa razão, o "atendimento é feito pela equipe de Maringá", cidade que conta com um porto seco privado. "No momento, não há previsão de implantação de um posto específico para Londrina", diz a assessoria.
A agência confirma a "inspeção de rotina para cadastramento da Autorização de Funcionamento (AFE)" no dia 28, mas alega que a falta do documento não é impeditivo para a operação do Teca, "inclusive com cargas de interesse da Vigilância Sanitária". A assessoria sustenta que o agendamento da inspeção por outro posto não está suspenso. (N.B.)

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