Além do risco à saúde, o consumidor não possui nenhuma garantia sobre os produtos pirateados. De acordo com a assistente da diretoria da Fundação Procon-SP, órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual, Elisete Miyasaki, quem compra produto pirata deve estar ciente de que pode ter prejuízo financeiro irreversível. Isto porque os produtos piratas são vendidos por camelôs que não emitem nota fiscal e não costumam dar nenhum tipo de garantia.
A assistente de diretoria do Procon-SP recomenda ao consumidor não fazer compras em camelôs. Ela ressalta que os produtos falsifica dos não estão sujeitos às normas de qualidade, higiene e segurança impostas pelo governo.
O consumidor que compra um produto pirata não tem como reaver o dinheiro ou trocá-lo em caso de defeitos. ''A grande maioria dos camelôs que estão nas calçadas não são registrados e ficam cada dia em um ponto. Por esse motivo, é quase impossível conseguir trocar um produto pirata com defeito'', alerta Elisete.

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