Falta de acessos dificulta vida de pessoas especiais
Diligências educativas estão sendo feitas pelo Crea de Londrina para que espaços públicos, lojas, indústrias, prédios entre outros ajustem suas construções para pessoas portadoras de necessidades especiais. A informação foi prestada por André Sell, vice-presidente do Clube dos Engenheiros de Londrina e diretor do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) de Londrina. O engenheiro lembrou que o mercado para adequação arquitetônica em residência vem crescendo nos últimos meses.
Sell admite que há uma certa demora na adequação destes espaços públicos, mas credita a situação à falta de educação e de informação das pessoas comuns sobre o assunto. O engenheiro ressalva também, que muitas vezes, a arquitetura destes espaços dificulta algumas obras, como por exemplo, colocar uma rampa, que exige mais espaço do que uma escada.
O engenheiro lembrou que nas residências as pessoas deficientes (e até em espaços públicos) necessitam de portas e vãos de passagem com pelo menos 90 centímentos. Ele lista ainda piso antiderrapante, lavatório no banheiro e pia da cozinha sem o gabinete, vaso sanitário acima do tamanho normal, além de manter todo mobiliário com uma distância de 90 centímetros um do outro e barras de apoio (veja quadro). (E.P.F.)





