Fábio Takeda, 27 anos e sua mulher Sidnéia, 23, viveram dois anos e meio no Japão, de onde voltaram há dois meses. Ele trabalhava em uma fábrica de cochins de veículos e ela numa empresa de componentes eletrônicos. Ontem, Fábio saiu do Pavilhão do Expoara, em Arapongas, como um novo empreendedor: ele comprou duas máquinas da Turo, uma para etiquetas auto-adesivas e outra para fabricação de cartões e brindes. O investimento foi de R$ 1.560,00 e ele quer comprar também um carro para a microempresa que estará registrada ainda esta semana. As máquinas funcionarão, em princípio, na própria casa, em Londrina.
‘‘Não vou pagar aluguel e o investimento é relativamente pequeno. Quero conciliar a atividade de etiquetas e brindes com alguma representação comercial’’, disse Fábio. Ele contou que a vida no Japão estava muito difícil, especialmente nos últimos meses quando a remuneração dos trabalhadores caiu em função do corte de horas extras.
Como dono de seu próprio negócio, está confiante. ‘‘Não sonho com uma coisa muito grande, mas quero viver bem e buscar novas alternativas no mercado, pois tenho garra para trabalhar muito’’.

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