FEIRA DA CONSTRUÇÃO Expositores querem fixar suas marcas Participantes da FeiraCon 2000 estão otimistas e apostam em vendas melhores e ampliação do mercado após o evento Milton DóriaJohnny Lehmann, da Hilti do Brasil: expectativa é faturar R$ 50 milMilton DóriaPREPARATIVOSOs estandes eram finalizados na tarde de ontem, no Centro de Eventos de Londrina, que sedia a FeiraCon a partir de hoje Cláudia Lopes De Londrina A divulgação dos produtos é a prioridade dos expositores da FeiraCon 2000, que abre hoje às 16 horas, no Centro de Eventos de Londrina. ‘‘Acredito que irei conseguir muitos clientes na região Norte’’, afirmou o proprietário da Hergus Inox, Hélio Gustavo da Costa. Apesar da fábrica ficar em Maringá, ele conta que a maioria dos negócios da empresa é feito nas regiões Oeste e Noroeste do Paraná. ‘‘Também atuamos em São Paulo’’. A empresa produz equipamentos para cozinhas industriais como balcões térmicos e refrigerados, além de balcões para laboratórios de análises de hospitais e clínicas. Costa, que investiu R$ 18 mil na montagem do estande, espera faturar pelo menos R$ 50 mil até domingo, último dia da feira. O empresário Carlos Augusto, da Aurecom Representações, de Maringá, quer comercializar o equivalente a R$ 200 mil em seu estande, que vai expor telhas esmaltadas em 16 cores diferentes, metais e pisos cerâmicos. Com o foco voltado para revendedores, engenheiros e arquitetos, Augusto pretende aumentar sua participação no mercado londrinense. ‘‘Faz seis anos que exponho na Feicon, em São Paulo. Estou otimista em relação a FeiraCon já que o município é forte no setor da construção civil.’’ O distribuidor da Hilti do Brasil na região Norte, Johnny Lehmann, também está otimista em relação à abrangência da feira. ‘‘Com certeza, vou conseguir firmar a marca na região’’, disse ele, que distribui furadeiras, demolidoras, perfuratriz para concreto armado, entre outros. A Hilti atua em Londrina há um ano. ‘‘Nesta feira, a intenção é divulgar nossa linha de produtos e mostrar o que temos de alta tecnologia. A comercialização virá em decorrência deste trabalho’’, afirmou. Lehmann espera faturar no mínimo R$ 50 mil no evento. O distribuidor investiu R$ 30 mil no estande, que tem 36 metros quadrados de tamanho. Uma perfuratriz com brocas diamantadas da marca custa cerca de R$ 15 mil. No setor de alarmes, pelo menos dois empresários estão bastante animados com o evento. Renato Panho, da PPA, quer vender 300 alarmes, portas e portões eletrônicos em até 90 dias após o evento, período considerado como ‘‘pós-feira’’. ‘‘A intenção é cadastrarmos novos clientes que serão atendidos pelas nossas revendas’’. Já o proprietário da empresa de automação e segurança eletrônica Digitemp, Edicesar Lima, preparou um estoque com 250 equipamentos e quer faturar pelo menos R$ 30 mil na feira.

mockup