As indústrias de balas e chocolate, que no ano passado exportaram US$ 136 milhões (32% a mais em relação a 1998), vão entregar até o final desta semana à gerente executiva da Agência de Programas de Exportações (Apex), Dorothéa Werneck, um pedido de ampliação de recursos para custear despesas em eventos internacionais. A meta do setor, cujo faturamento foi de US$ 5 bilhões em 1999, é exportar este ano US$ 200 milhões, ou 50% a mais em comparação às vendas externas do ano passado.
A estratégia do governo federal faz parte do programa de ampliação das exportações, cuja meta é chegar a US$ 100 bilhões de vendas para fora em 2003. O Brasil é 2º maior produtor mundial de balas, perdendo apenas para os Estados Unidos. Na área de chocolates é o 5º no ranking, tendo à sua frente, França, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos. ‘‘O mercado interno tende a crescer 10% neste ano e as exportações 50%’’, afirma Getúlio Ursulino Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau e Balas (Abicad).

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