As exportações alavancaram os resultados de alguns setores no ano passado. O faturamento do setor metalúrgico, por exemplo, beneficiado pela combinação de preço e demanda externa, cresceu 2,3% em termos reais e garantiu uma rentabilidade de 26,4%, uma das maiores do Brasil e bem superior à média internacional.
Outro setor que merece destaque, segundo a FGV, é o de petróleo. A Petrobras, sozinha, foi responsável por 12% das receitas e 29% dos lucros das 500 maiores empresas no ano passado. No setor de petróleo, o faturamento cresceu 37,1% e a rentabilidade média foi de 32,6%.
Entre os piores desempenhos, ficaram os setores mais voltados para o mercado interno, que ''por depender do crescimento de renda do emprego no País não avançaram''. Como exemplo, a FGV cita o setor de construção, que registrou queda de 20% nas vendas nominais e rentabilidade negativa de 7,4%.

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