Exigências limitam participação
O corretor de café Marcos Bacceti, de Londrina, considera que a procura pelos contratos de opção de venda poderia ser bem superior se o governo implantasse o sistema de ágio e deságio, bonificando o melhor tipo e bebida de café ou aplicando deságio em tipos inferiores. ''O que mais temos é o arábica tipo 7 ou 8'', diz ele.
O gerente comercial da Cocamar, Maurício Gonzaga, diz que além de o volume de produção na sua região ser maior do café tipo 7 bebida riada, os produtores que podem estão preferindo estocar o produto, acreditando que o preço possa ser maior ano que vem. Mesmo assim, a Cocamar pretende arrematar contratos de opção de venda de café no leilão de amanhã, mas Gonzaga preferiu não informar quantos.
O prêmio estabelecido para abertura do leilão é de R$ 65,00 por contrato. No pregão da semana passada, o contrato foi arrematado por R$ 73,00 no Paraná. A esse valor somam-se os preços fixos referentes à taxa de corretagem R$ 26,00 e a taxa de registro na Cetip, de R$ 6,50. Somando todos os valores, cada contrato foi adquirido no Paraná, semana passada, a R$ 105,50 ou R$ 1,05 por saca de café. (B.B.)





