O Exército deverá auxiliar as equipes da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC (Cidasc) nas barreiras contra a febre aftosa. numa faixa de até 150 quilômetros da fronteira com a Argentina. A decisão, que ainda depende de autorização do Governo Federal, foi comunicada anteontem ao governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), pelo Estado Maior da 14 Brigada de Infantaria Motorizada.
As tropas darão cobertura aos técnicos em sete dos 22 postos fixos catarinenses (de Dionísio Cerqueira a Abelardo Luz) na divisa com o Paraná. Para facilitar o descolamento do pessoal, o governo do Estado vai colaborar com o apoio logístico, disse Luiz Henrique. ''É justamente esta área que exige maior atenção nossa'', comentou o diretor de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Roni Barbosa.
Técnicos da Cidasc e representantes do Exército têm discutido a forma de colaboração desde terça-feira, dia 25. A companhia mantém hoje 43 postos fixos de fiscalização - três deles na fronteira com a Argentina, e mais 30 unidades móveis. Além disso, os 150 técnicos mobilizados pela Cidasc contam com o apoio de aproximadamente 100 policiais militares, dois helicópteros da Polícia Civil e sete delegacias regionais de polícia.

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