A economia informal do Rio de Janeiro não é formada só por desempregados. Pesquisa feita pelo Sebrae e pelo Ibase detectou que é de apenas 13% a parcela de desempregados que ingressou neste setor. A maioria (53%) dos ‘‘investidores’’ da economia informal é formada por ex-empregados, que, insatisfeitos com o trabalho, optaram por deixar a formalidade.
Para a pesquisa ‘‘Mercado informal: conhecer e atuar’’ foram coletados dados entre setembro de 1996 e janeiro deste ano, apenas no Estado do Rio, para servir como piloto de um trabalho que será desenvolvido nacionalmente. Foram estudados 101 empreendimentos em áreas de classe média, em locais de baixa renda e em favelas. O levantamento abrangeu os setores industrial (24%), comércio (33%), serviços (23%) e indústria e comércio conjugados (18%).

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