A indústria geral evoluiu somente 2,34% em decorrência do fraco desempenho da indústria de transformação, que se expandiu em apenas 0,82%. Os gêneros da indústria de transformação relacionados ao aumento da disponibilidade de crédito e ao nível de renda pessoal foram os que mais se destacaram: mobiliário (13,73%), fumo (12,49%) e produtos alimentares (5,14%).
Os piores desempenhos ficaram com os mais expostos à concorrência externa, entre eles mecânica (-14,33%), têxtil (-5,80%) e vestuário e calçados (-3,41%). As demais grandes áreas da indústria geral foram muito bem: a extrativa mineral cresceu 9,74%; a construção civil, 5,47%; e serviços industriais de utilidade pública, 6,50%. A indústria geral representa cerca de 33% do PIB.
O setor de serviços, que representa 61% do PIB, cresceu 3,34%, com destaque para o segmento de comunicações (11,39%) e comércio (5,07%). As instituições financeiras mostraram queda de 8,89%. Esse resultado, entretanto, espelha na verdade o nível de pessoal ocupado na atividade, pois o IBGE ainda não descobriu como apurar a produção do setor. A administração pública cresceu 1,36%.
A agropecuária, segundo o IBGE, expandiu-se em 3,12%, graças ao crescimento de 7,80% na produção animal, impulsionada pelo aumento de consumo de proteínas animais pela população de menor renda. As lavouras tiveram uma retração de 0,79%. As maiores quedas de produção se deram com algodão (-29,24%), cacau (-13,60%), milho (-11,85%), arroz (-10,61%) e soja (-9,51%). Outros, porém, apresentaram um execelente desempenho: trigo (115,21%), café em côco (38,89%), laranja (11,21%) e cana-de-açúcar (6,88%).

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