EUA mantém pedido de divisão da Microsoft
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sexta-feira, 26 de maio de 2000
France Presse De Washington 
O governo americano manteve ontem o seu pedido de que a Microsoft, considerada culpada de violação da lei anti-monopólio, seja dividida em duas empresas. A Procuradoria Federal e os 17 estados que participam do processo preferiram ater-se às propostas básicas apresentadas em 28 de abril, e apresentaram somente modificações menores.
Pela proposta do governo, a Microsoft seria transformada em duas empresas distintas, uma dedicada ao sistema operacional Windows e a segunda aos aplicativos como o Office (para escritórios, com processador de textos, planilha etc) e o programa de navegação da Internet, o Internet Explorer. O juiz Thomas Jackson, responsável pelo caso, propusera que a empresa fosse divida em três: uma para o Windows, uma para os aplicativos para Internet e uma terceira para os aplicativos em geral.
A principal modificação na proposta do governo diz respeito aos grandes acionistas da Microsoft: seu co-fundador e atual presidente do conselho de administração, Bill Gates; seu presidente-diretor, Steve Ballmer; e o outro co-fundador, Paul Allen, que abandonou a direção da empresa. A proposta de 28 de abril proibia aos acionistas que possuíssem mais de 3% das ações com direito a voto de uma empresa ter participação em qualquer uma das empresas.


