Estudantes, agora, também vão a trabalho
A chance de trabalhar legalmente nos Estados Unidos seduz não só profissionais formados, como também estudantes que pretendem aperfeiçoar a língua inglesa, aproveitando a oportunidade para ganhar 'uns trocados'. Jeffrey Paulatti, de Londrina, é um desses estudantes. Graduando em economia, ele quer aproveitar a viagem para aperfeiçoar seu inglês e, com isso, melhorar suas chances de ingressar no mercado de trabalho brasileiro. ''Pretendo ficar de um a dois anos trabalhando. Com isso, devo aprender a falar inglês fluentemente e aproveito para formar uma pequena poupança.'' Jeffrey ainda não sabe em que área deve atuar, mas espera trabalhar como auxiliar de vendas.
O futuro economista faz parte de um grande grupo de estudantes que visita os Estados Unidos aproveitando a oportunidade para trabalhar. A BTW, agência de intercâmbio de Curitiba, é uma das várias empresas que envia para a América do Norte cerca de 50 estudantes por ano, oferecendo programas de trabalho legal, com vistos de trabalho para até quatro meses, ao preço de US$ 1.750,00, incluíndo passagem aérea. Atualmente a empresa tem 35 vagas disponíveis para trabalho nos Estados Unidos, que devem ser preenchidas até o dia 15 de agosto.
Segundo a gerente de intercâmbio da agência, Lilian Nogueira, a carga horária de trabalho para os jovens é de 36 horas semanais, com salários que variam entre US$ 5 a US$ 10 por hora. ''Normalmente os empregos também oferecem chance de se ganhar um bom dinheiro com gorjetas.''





