Estratégia em Logística melhora competitividade
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Adriana Ito<br>Reportagem Local 
Curitiba - Os 9 mil metalúrgicos das montadoras Volkswagen, Renault e Nissan decidem em assembléias hoje, na porta das fábricas, se aceitam a proposta de reajuste salarial negociada ontem em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) ou se continuam a greve iniciada na última quinta-feira. As assembléias acontecem às 5h30 e 14h30.
A proposta discutida ontem entre o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba e o Sinfavea (entidade patronal que representa as montadoras) foi de um reajuste salarial de 7,44% em dezembro e R$ 1.500,00 de abono em outubro. Das 35 horas paradas (quatro dias de greve e três horas de protesto), 11 seriam abonadas e as 24 restantes compensadas ou descontadas em duas parcelas, metade no salário de outubro e metade em novembro.
A paralisação dos metalúrgicos das montadoras de Curitiba e Região Metropolitana, começou na última quinta-feira. De acordo com levantamento realizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos, até agora, a Volkswagen deixou de produzir 3.320 veículos, a Renault 2.800 e a Nissan outros 360 automóveis. A planta de São José dos Pinhais da Volks emprega cerca de 3,6 mil trabalhadores, com média salarial de R$ 1.600,00.Do total da produção, 70% é comercializado no mercado interno.
Cerca de 80% da produção da Renault é vendida no Brasil. O restante é exportado para a Argentina, México, Uruguai e Chile. A montadora francesa instalada no Paraná emprega 3 mil trabalhadores. A média salarial é de R$ 1.400,00.


