'Estou muito contente', diz engenheira química do México
Frida Sainz, engenheira química da Sandoz, indústria de medicamentos em Cambé, veio da Novartis grupo do qual a Sandoz faz parte - na Cidade do México (México). A empresa precisava de uma engenheira química com conhecimento técnico e experiência com equipamentos na área de Qualidade, e encontrou em Frida as características desejadas. A engenheira química está há dois anos e meio na indústria e a experiência tem sido positiva, tanto para a empresa quanto para a profissional. "Esta é a minha primeira experiência de trabalho internacional. Estou muito contente", diz a mexicana.
Além de Frida, a Sandoz possui, atualmente, quatro profissionais estrangeiros em seu quadro de funcionários, todos vindos da Argentina. Eles atuam nas áreas de finanças, logística, compras e vendas. De acordo com Thiago Assad, gerente de Recursos Humanos (RH) da empresa, a contratação de estrangeiros faz parte do modelo de trabalho da empresa de intercâmbio de profissionais e de conhecimento. "É um modelo de trabalho que traz para a empresa no País conhecimento que não temos por aqui e que existe em outros países. Também é uma maneira de fazer com que o profissional se desenvolva e contribua para a produção de conhecimento no Brasil. Também fazemos o inverso: mandamos profissionais brasileiros para fora. Isso traz conhecimento novo, melhores práticas e outras formas de pensar."
Na prática, o nível de dificuldade do processo de imigração do profissional depende do país de onde ele vem, afirma Assad. "Depende de onde a pessoa está vindo e de como o governo está vendo a imigração para esta área de trabalho. Se for uma área mais carente de mão de obra, é mais fácil." (M.F.C.)





