Estado tem 4º melhor resultado nas vendas
Estado tem 4º melhor resultado nas vendas
Luis Lomba
As indústrias paranaenses apresentaram em março deste ano o quarto melhor desempenho de vendas entre os Estados brasileiros, segundo pesquisa da Confederação Nacional das Indústrias (CNI). O Paraná só perde para Amazonas, São Paulo e Rio Grande do Sul. Tomando como referência a média do ano de 1992 (base 100), em março as vendas industriais do Paraná atingiram o índice 143,37 (43,47% mais que a média de 1992). Amazonas cravou 151,73; São Paulo, 177,78; e Rio Grande do Sul, 153,90. Na média nacional, as vendas foram 51,73% maiores que a média mensal de 1992.
No que diz respeito ao pessoal empregado, a indústria paranaense teve o melhor desempenho do País no primeiro trimestre, com 4% mais vagas que a média de 1992. Novamente considerando base 100 em 1992, o segundo melhor desempenho foi de Goiás, com índice 102,25 em março. Amazonas atingiu índice 79,33; São Paulo, 77,30%; Rio Grande do Sul, 86,60 e Rio de Janeiro 65,07. Na média nacional, o índice ficou em 79,33%.
O total de salários líquidos reais pagos pela indústria aumentou mais no Ceará que em qualquer outro Estado brasileiro no primeiro trimestre: 50,60% mais que a média de 1992. O Paraná vem em segundo, com alta de 28,38% no mesmo período. Rio Grande do Sul é o terceiro em aumento da massa salarial, que cresceu 22,99% desde 1992, praticamente empatado com Amazonas (+22,43%). Em São Paulo, a massa salarial em março foi praticamente igual a de 1992, com alta de apenas 2,26%. Na Bahia e no Espírito Santo, os salários pagos pela indústrias em março foram menores que a média de 1992. Na média nacional, o índice foi 7,94% maior que na média de 1992.
Em relação às horas trabalhadas na indústria, apenas Amazonas e Goiás apresentaram aumento em relação à média de 1992 (22,05% e 1,03%, respectivamente). No Paraná trabalhou-se em março 16,25% menos horas que na média de 1992.





