Estado não definiu a modalidade de turismo
O governo do Estado não tem ainda definição do tipo de turismo que será desenvolvido no eixo do Iguaçu. A primeira intenção é oferecer a área a grandes grupos hoteleiros que investem no Brasil. Mas para isso está sendo feito um estudo técnico para comprovar a viabilidade econômica do negócio. Há a hipótese ainda de destinar as áreas para o turismo ecológico, de aventura, rural ou mesmo o convencional de contemplação.
O estudo que está sendo elaborado pelo Centro de Coordenação de Programas do Governo, órgão vinculado à Secretaria do Planejamento, ainda não definiu se serão feitas várias concessões públicas, dividindo as áreas das três usinas para vários grupos empresariais. Outra alternativa será fazer uma única concessão para todo o Eixo do Iguaçu, como está sendo identificado o projeto. Uma análise de mercado e do potencial turístico ajudará na definição.
O grupo privado que se interessar pela exploração turística no Estado terá que ter em mente que o retorno financeiro se dará a médio prazo. Fonte ouvida pela Folha estima que o investimento começa a se pagar em quatro anos. O assessor técnico da Centro de Coordenação de Programas do Governo, Jorge Andriguetto, calcula que será necessário de dez a 15 anos.
Os investimentos que terão de ser feitos dependerão do tipo de turismo que será implantado, mas os valores ultrapassariam R$ 3 milhões. O governo não pretende injetar um centavo no projeto, que será explorado exclusivamente pela iniciativa privada. (C.M.)





