Estado cresceu quando País passava o pior da crise
A recessão econômica brasileira começou a ser sentida no Brasil a partir dos quatro últimos meses do ano passado, quando a Rússia decretou a moratória ao FMI (Fundo Monetário Nacional) e a economia japonesa entrou em colapso. Por causa disso, a taxa de crescimento da produção industrial no segundo semestre no País ficou negativa em 3,8%. No Paraná, ao contrário da maior parte dos estados do País, foi justamente neste período que houve o maior crescimento industrial, com taxa positiva de 4,1%, graças ao investimento das montadoras de veículos, como a Renault e Chrysler, que iniciaram seu processo produtivo.
Para Gilmar Lourenço, uma das previsões feitas para 1999 vai perdendo força. As autoridades econômicas apostaram numa taxa inflacionária para este ano na faixa entre 7% e 13%, mas os índices medidos pelos principais institutos de pesquisa apontam valores bem menores, o que pode significar a curto prazo numa continuidade de preços estáveis, de acordo com o coordenador.
Segundo o boletim do Ipardes, o Paraná demonstra que continua com boa capacidade de atração de investimentos e que atravessa um bom momento econômico, mas não está imune à crise do país.





