Para os caminhoneiros, a grande preocupação é em relação a parte logística do porto. Outro problema é saber se as empresas exportadoras estão fazendo o cronograma na origem das cargas. O presidente do Sindicato dos Caminhoneiros do Paraná (Sindicam) e da Federação Nacional dos Caminhoneiros (Fenacam), Dilmar Bueno defendeu que é necessário tomar providências de segurança principalmente para o momento que o caminhão sai do pátio de triagem e vai para os terminais. Nessa hora, há a possibilidade de assaltos porque o caminhão trafega lento e os assaltantes aproveitam a situação.
''Perdemos muito da movimentação de cargas no porto com a administração anterior'', disse Bueno. Segundo ele, os problemas no porto não acabaram, o que houve foi fuga de caminhões para outros portos. O caminhoneiro Euclides Raul Zanette, transporta soja e milho há 42 anos para Paranaguá e outros portos. ''Essa fila é sempre a mesma coisa, já fez até calo'', disse. (A.B.)

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