Curitiba - A técnica em enfermagem Jandira de Souza Dutra passou a se preocupar com a qualidade dos alimentos que levava para casa depois que seu filho de 11 anos passou a fazer acompanhamento nutricional. ''Eu já me preocupava com isso antes, mas com as orientações da nutricionista ficou mais fácil de escolher o alimento certo'', diz.
''A segurança alimentar tem que ser uma política pública para que informações nutricionais estejam disponíveis para as pessoas'', defende a nutricionista Polliana Schiavon, coordenadora da Unidade Técnica do Conselho Regional de Nutrição. O investimento na segurança alimentar, explica, é uma importante ação preventiva. ''Uma alimentação melhor reduz problemas como a obesidade, por exemplo'', aponta.
''Para ser balanceada, a alimentação precisa contemplar todos os nutrientes e variedade. Quanto mais variedade, melhor'', recomenda a nutricionista. Para a assessora parlamentar Suelen Koch, manter a lista de compras balanceada exige tempo e dinheiro. ''É mais caro e na correria do dia a dia não sobra tempo'', reclama.
Polliana discorda. ''Nem sempre comer melhor custa mais caro. Depende muito mais de saber fazer boas escolhas'', alerta. ''A educação para segurança alimentar tem que começar desde a infância'', recomenda. (R.C.F.)

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