Rio - Ao longo dos anos 80, entre 35% e 40% do emprego era informal. A Constituição de 1988 provocou um salto deste porcentual para 50%. Do início da década de 1980 ao fim dos anos 90, a escolaridade média dos empregados sem carteira saltou de 3,07 anos para 5,85 anos. O tempo de estudo dos empregados formais cresceu menos, de 6,17 anos para 7,78 anos. Atualmente, um quarto dos empregados informais têm 11 anos ou mais de estudo. A fatia dos empregados informais com renda acima de um salário mínimo também aumentou, passando de 39% para mais da metade (53%) do total na informalidade. Parte da migração do setor formal para o informal da economia, acreditam os economistas, está ligada ao baixo crescimento econômico desde a década passada e aos efeitos sobre a criação de emprego. (N.B.J e I.T)

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