O presidente do HSBC no Brasil, André Brandão, enviou ontem, um comunicado interno aos funcionários, em que garante não haver "impacto imediato" para colaboradores nem para clientes após a confirmação, mais cedo havia comunicado que o banco está conduzindo um processo para venda das atividades no País. "Independentemente do resultado desta revisão do negócio, não antecipamos nenhum impacto imediato para vocês nem para nossos clientes", diz o documento.
Raphael Cordeiro disse que a notícia da venda chega a ser triste para o Paraná, porque o HSBC tem sede no Estado e comprou o Bamerindus em 1997. "O Bamerindus era o ícone financeiro do nosso Estado", disse.
Ele explicou que para os correntistas não muda nada num primeiro momento. "Os clientes não precisam fazer nada até sair a notícia oficial da venda", esclareceu. Depois disso, deve mudar a cultura do banco e o relacionamento com os clientes. A recomendação dele é que, após a venda, os clientes verifiquem taxas de manutenção de conta e de administração de fundos de investimento. Mas, prevê que a transição ocorra de maneira gradual e dure de um a dois anos. Eduardo Garcia, do Corecon, também acredita que não vai mudar nada para o correntista. "Se o HSBC tivesse problema de liquidez, já teria intervenção do Banco Central", esclareceu. (A.B.)

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