Entidades saem a campo para divulgar o Simples
Por mais que o governo e as entidades que representam as pequenas e microempresas alardeiem com dados e estatísticas as vantagens do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Micro e Pequenas Empresas, o Simples, comparado com o tradicional, o fato é que a adesão ao novo sistema ainda é baixa.
É por isso que o Sebrae e o Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi) vão aproveitar até o dia 31 de março - quando vence o prazo de formalização da adesão ao sistema - para convencer empresários das facilidades e da economia com o Simples.
O Sebrae desenvolveu um programa de computador que será distribuído a partir de março aos empresários que ainda têm dúvidas sobre o recolhimento. Ele faz simulações sobre o percentual de tributos a ser pagos em cada caso e mostra a lei que criou o Simples.
O Simpi, por sua vez, colocará profissionais à disposição do empresário. Segundo o diretor do Departamento de Economia do Simpi, Pedro Zequini, enquanto o sistema tradicional acumula 17,45% de impostos, pelo Simples o recolhimento não passa de 7,50%.





