‘‘Se a Sercomtel não tem como se expandir, a venda é viável porque a concorrência hoje é grande. Talvez a empresa não tenha fôlego finaceiro para acompanhar as concorrentes, então a venda é melhor. Tem que ver também a validade do plebiscito e saber onde seriam investidos os recursos, porque ao se desfazer de um patrimônio, o município tem que aplicar muito bem este recurso’’,
Ademar Kamizi, 50 anos, empresário.


‘‘Se o consumidor tiver algum benefício com a venda, acho viável. Se for para melhorar o atendimento, baixar as tarifas, acho que deve vender. O consumidor tem que ter algum benefício, não basta ser um bom negócio só para o município, tem que ser para o consumidor. Não tenho celular da Sercomtel, mas se o serviço melhorar com outra empresa, troco de operadora’’.
Luísa Mitiko, 50 anos, da área finaceira de uma empresa.


‘‘Futuramente, a concorrência vai obrigar o município a vender. Acho agora, inoportuno porque o serviço por enquanto é satisfatório. Mas por uma questão de concorrência, de mercado, acho que é uma tendência vender. Tem toda aquele bairrismo por ser uma empresa da cidade, por ter sido implantada na época do doutor Hosken, mas o mercado é inevitável. Isso vai acontecer’’,
Benedito Pedro de Almeida, 51 anos, advogado.

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