‘‘Valeu a pena ter seguro nestes 15 anos’’. Esta frase resume a satisfação do engenheiro agrônomo, Tiago Pellini. Embora a satisfação tenha sido substituída por um sobressalto há 10 dias, quando sua Ford Eco Sport (2007), sem condutor, seguiu de ré ladeira abaixo. O motorista ao sair de sua residência perguntou a uma vizinha onde estava o carro, quando descobriu que o veículo seguia desgovernado rua abaixo.
  Esbaforido, Pellini ainda conseguiu alcançar o carro na corrida. A sorte do motorista é que a rua – no bairro Vivendas do Arvoredo, Zona Sul de Londrina – apresenta um declive leve. O agronômo conta que conseguiu grudar na traseira do veículo, tentando pará-lo. Porém acabou tropeçando, caindo no chão, sofrendo hematonas
no rosto.
  O carro acabou se chocando contra uma árvore. Os estragos somaram R$ 3,8 mil e se restrigiram a parte traseira do veículo. Mas o detalhe é que ao pedir socorro para seu corretor, teve toda assistência. O veículo foi retirado pela oficina credenciada pela seguradora. Como estava perto de casa, não precisou acionar o transporte, mas um dia depois já estava com o carro reserva enquanto seu carro sofria as reparações devidas.
  Pellini conta que fez o seguro total do veículo, contra roubo, furto e acidentes, inclusive, para cobrir prejuízo a terceiros. Ele recomenda pessoas interessadas em fazer seguro, a procurar uma corretora. ‘‘A diferença é que o corretor lhe dá um atendimento mais huma-nizado’’, ensina.

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