Engenheiro aeronáutico assina projeto
Curitiba - Cada balão precisa ter um projeto realizado por um engenheiro aeronáutico. O primeiro passo para a confecção de um balão é planificar a planta e depois passar para os moldes. Em seguida, o tecido é cortado e costurado. São aplicadas fitas de nylon estruturais e é colocado o nomex - um tecido especial antichama usado na boca do balão. Com este tecido é importado e tem fabricante exclusivo, custa cerca de R$ 6.500. Na boca do balão são colocados cabos de aço. Em toda a estrutura do balão ainda vão fitas horizontais.
O cesto também é fabricado pela empresa de Chemim em vime e com piso de compensado naval. No cesto são colocados quatro cilindros com gás propano usados para aquecer o ar interno do balão que o torna menos denso que o ar e faz o balão decolar.
Para que o balão levante vôo, primeiro é ligado um ventilador para a inflar a parte superior. Depois é acionado um maçarico para aquecer o ar de dentro do balão. Com isso, ele ganha sustentação, ou seja, com a diferença de densidade entre o ar interno e externo ao balão.
Para pilotar o equipamento é preciso ter um curso privado de piloto de balão a ar quente com duração de 32 horas. O instrutor e o piloto que ministram o curso são credenciados pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). Depois, a pessoa passa por um teste em São Paulo ou no Rio de Janeiro onde faz um vôo com várias etapas. (A.B.)





