A enfermeira e oligoterapeuta Dagmar Lachner utiliza a linhaça em sua alimentação há cerca de dez anos. Desde então, vem sentindo resultados positivos, principalmente em relação à saúde da pele, ao funcionamento do intestino e à diminuição dos sintomas da tensão pré-menstrual. A partir das próprias experiências, passou a indicar o consumo da linhaça aos pacientes.
A enfermeira se baseia em pesquisas feitas no Canadá e nos Estados Unidos para afirmar que a linhaça é rica em ácidos graxos que quando consumidos regularmente podem afastar o risco do câncer e outras doenças degenerativas, além de potencializar seus tratamentos.
Ela lembra que os estudos mostram que a semente pode ser benéfica para a estrutura óssea de mulheres pós-menopausa, devido ao seu poder antioxidante, e ajudar na prevenção da depressão. Dagmar ressalta, porém, que os benefícios são mais facilmente percebidos desde que a pessoa tenha uma alimentação equilibrada.
Nos últimos anos, a enfermeira vem ''testando'' diferentes formas de consumir a linhaça. Ela recomenda a ingestão da semente triturada na hora (com iogurte, frutas ou no meio da comida). Sugere também a mastigação (lenta) das sementes cruas ou depois de deixadas de molho por meia hora.
Outra dica é deixar a linhaça de molho durante uma noite. ''Na manhã seguinte, as sementes brotam e você pode batê-las junto com um suco de clorofila (folhas verdes como couve e agrião, além de cenoura e limão). Assim, é possível aproveitar a energia da semente. Fica um suco energético e rejuvenescedor'', revela.
Dagmar ainda não utilizou o óleo da linhaça, mas pelas suas pesquisas sobre o assunto, acredita que o produto em cápsula tem oxidação mais lenta. Ela diz que não vê diferenças importantes entre as variedades dourada e marrom, e sugere que o consumidor opte pelo produto orgânico. (G.M.)

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