Energia atual não será amarrada a novos contratos
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sábado, 24 de janeiro de 2004
Agência Estado 
Brasília - O governo não deverá atender integralmente o pedido das geradoras de energia para prorrogar contratos e garantir a venda da energia que está sobrando. A avaliação é do relator da Medida Provisória 144 na Câmara, que implementa o novo modelo do setor elétrico, deputado Fernando Ferro (PT-PE). O deputado está negociando as mudanças com os ministérios de Minas e Energia e da Fazenda.
Ferro descarta que toda a energia atual seja amarrada a novos contratos, pois se isso ocorresse não haveria eletricidade para começar a operação do ''pool'' - uma espécie de consórcio onde todos os geradores venderão sua energia para todas as distribuidoras, por meio de leilões. ''Para haver o 'pool', tem que haver energia liberada, e a ministra Dilma Rousseff é radical nisso'' disse Ferro.


