Brasília - A dívida pública federal caiu 1,39% em setembro em relação a agosto, chegando a R$ 1,48 trilhão, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional. A valorização do real frente ao dólar, entre outros fatores, ajudou a encolher o endividamento público. A dívida interna teve seu estoque reduzido em 1,08%, para R$ 1,38 trilhão em setembro. A emissão de novos títulos superou os resgates em R$ 26,14 bilhões. Além disso, houve um impacto de R$ 11,05 bilhões por causa dos juros.
A dívida pública federal externa, que representa 6,29% da dívida total, registrou redução de 5,44%, encerrando setembro em R$ 103,04 bilhões (US$ 57,95 bilhões). Apesar do aumento da dívida total, o custo médio acumulado nos últimos 12 meses caiu de 13,08% ao ano em agosto para 11,42% em setembro. A participação dos papéis indexados à taxa básica de juros (Selic) tiveram sua participação reduzida, passando de 36,11% em agosto para 34,34% em setembro. Já a parcela de títulos prefixados na dívida total subiu de 29,69% em agosto para 31,10% em setembro. Os títulos remunerados por índices de preços aumentaram sua participação de 25,82% para 26,50%.

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