Já o caso da aposentada Edna é diferente. Com bom senso e controle, ela usou o empréstimo oferecido para segurados e pensionistas do Instituto do Seguro Social (INSS) para saldar uma dívida, que tinha uma alta taxa de juros. ''Para quem sabe aproveitar, sempre é um bom negócio. Apesar de ter algumas restrições, não estou arrependida'', afirma.
Ela decidiu pelo empréstimo feito através do INSS porque os juros cobrados eram mais baratos do que os que ela estava pagando. ''Peguei o empréstimo e quitei minha dívida. Como fiz isso à vista, ainda consegui um bom desconto'', comenta. O total do valor emprestado será descontado em 36 parcelas, das quais 12 já foram pagas.
Essas prestações consomem 30% do salário que Edna recebe. ''Sempre tem alguma coisa que a gente gostaria de ter e não. Mas ter restrições faz parte da vida. Pelo menos agora estou de cabeça fresca'', observa. (F.M.)

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