Quem acompanha a agitação da bolsa de valores, quem lê com frequência os cadernos de economia dos principais jornais brasileiros percebe que a cada dia que passa, se manter no mercado é uma tarefa mais difícil. O fato é que a economia muda o tempo todo e o que era um bom negócio há um ano pode ser um mico amanhã.
No início do século passado as vitrolas eram a novidade e pouquíssimo difundida. Nesta época os cantores e os grupos musicais só conseguiam ganhar algum dinheiro apresentando-se ao vivo em bares, boates e shows. Já na década de 70 os artistas ganhavam mais dinheiro vendendo discos do que se apresentando para o público. Nesta época já havia espertinhos gravando fitas cassete com os hits do momento e revendendo em bares e lanchonetes.
Nos anos 80 o disco de vinil começou a perder espaço para os CDs e a pirataria passou a evoluir numa velocidade sem igual até o momento. Nos camelódromos do Brasil é possível encontrar Cds e DVDs de produções artísticas que nem chegaram ainda ao mercado formal a um preço de banana. Isto tem provocado um prejuízo enorme para a indústria fonográfica. Para piorar, ainda mais a situação da indústria fonográfica, vários programas na internet possibilitam que as pessoas baixem gratuitamente músicas e filmes de todos os tipos.
Ou seja, hoje o cantor não consegue mais ter o mesmo faturamento que tinha anos atrás. O dinheiro deixou de vir com a venda de discos e o jeito foi voltar a trabalhar como era no princípio, fazendo shows ao vivo. Com o desenvolvimento de novas tecnologias e novas mídias, a informação passou a ser a alma do negócio. Até há pouco tempo, uma carta demorava semanas e até meses para chegar ao destinatário. Hoje o e-mail segue pela internet e em segundos o destinatário recebe a informação em qualquer lugar do mundo.
''É por isto que os empresários precisam de informação o tempo todo. Não é mais possível administrar uma empresa, um negócio, sem informação confiável e rápida'', diz o presidente do Sescap-Ldr, José Joaquim Ribeiro. Segundo ele, o empresário precisa dispor de todas as informações possíveis sobre o mercado que atua, para, desta forma, tomar decisões que o mantenham no mercado.
O empresário não pode mais ficar alheio ao que acontece em sua volta. Mais ainda. Ele precisa estar atento ao que ocorre no mundo dos negócios. Com a globalização da economia, a seca nos Estados Unidos afeta o produtor de soja brasileiro; uma mudança de atitude dos lojistas argentinos, atrapalha a indústria calçadista brasileira; produtos piratas vindos da China, derrubam os preços no nosso mercado interno. ''Como se vê, o empresário não pode mais se acomodar. Ele precisa fazer com que sua empresa esteja em constante evolução. Para isto ele precisa de informação de qualidade. Precisa ler grandes jornais, como a Folha de Londrina; precisa consultar seu contador frequentemente sobre os números de sua empresa. Só assim terá informações suficientes para a tomada de decisão. Esta é a principal regra para não ver o empreendimento naufragar'', comenta Ribeiro.
Fonte: Sindicato das Empresas de Consultoria, Assessoria, Perícias e Contabilidade de Londrina - Sescap-Ldr

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