Empresas esperam sete anos por infraestrutura em Londrina; Codel promete solução
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
Guilherme Batista - Redação Bonde 
Cerca de dez empresas receberam terrenos da Prefeitura de Londrina em 2007. Os lotes ficam localizados na avenida Angelina Ricci Vezozzo, nas proximidades do Parque das Indústrias Leves (zona leste). O município prometeu, na época da doação das áreas, que iria readequar os terrenos e oferecer a infraestrutura necessária para a instalação das empresas - o que não aconteceu. São sete anos de espera.
Os empresários voltaram a procurar o poder público no ano passado, seis anos depois da doação dos lotes. "Eles pensaram em desistir dos terrenos e deixar a cidade. São empreendedores que já estão instalados no município e estão com a intenção de ampliar as suas produções nas novas áreas. O problema é a falta de infraestrutura", contou o presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Veronesi.
A prefeitura montou uma força-tarefa para fornecer a infraestrutura necessária aos empresários. A reunião que definiu o cronograma do grupo foi realizada nesta semana. A região onde os terrenos estão vai passar por pavimentação asfáltica e receberá novos sistemas de energia elétrica e de água e esgoto. "Cuidamos dos trâmites no ano passado e vamos, agora, agilizar as readequações necessárias para que as áreas recebam as empresas. As firmas querem começar a produzir já no próximo ano. Precisamos correr contra o tempo", destacou Veronesi.
O presidente da Codel destacou que o município vai precisar abrir um processo de licitação para realizar a obra de transposição do esgoto no local onde as novas empresas vão se instalar. "A iniciativa vai ser tratada como prioridade. A instalação dessas novas empresas significa desenvolvimento econômico e mais arrecadação de impostos", observou.
Entre as dez empresas que vão se instalar no lote de terrenos, estão a TKJ Compressores e Refrigeração, a Grafflit Tintas e Vernizes e a Prolind Componentes em Alumínio. "Também temos algumas do setor metalmecânico", acrescentou Bruno Veronesi.


