AIORES CRESCENDO
Mesmo com o ritmo lento da atividade econômica, o faturamento das principais empresas brasileiras cresceu no ano passado. É o que mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, feita junto às 500 maiores sociedades anônimas do Brasil, e que foi divulgado na semana passada. O Estudo mostra que a proporção de prejuízos caiu, mas a recuperação não atingiu todos os setores da mesma forma.
A Petrobras continua sendo a maior empresa brasileira de capital aberto do País e, seguindo o padrão de anos anteriores, quase todas as dez primeiras do ranking são estatais, à exceção da Companhia Vale do Rio Doce, recentemente privatizada, da Fiat e da Companhia Siderúrgica Nacional. O segundo lugar continuou com Furnas, seguida pela Telesp, Eletropaulo, Cesp, Vale, Sabesp, Cemig, Fiat e CSN.
A novidade, este ano, foi a subida da Telecomunicações de São Paulo (Telesp), que galgou três posições e ficou em terceiro lugar, forçando a queda da Vale do Rio Doce, de quarto para sexto. A expansão do serviço celular de telefonia aumentou em 100% a receita da Telebrás.
Com a privatização, a Vale do Rio Doce passou a ser a maior empresa privada do País. A segunda maior mudança na lista de empresas foi a ascensão da Fiat, que no ano passado havia ficado atrás da CSN, da Varig e da Light. A Usiminas, em quinto lugar, a Cosipa, em sétimo, e a Brahma, em oitavo, foram as outras três empresas que ascederam no ranking das companhias privadas. A Companhia Siderúrgica de Tubarão saiu da listagem.B

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