Empresas de vídeo e som estudam megafusão
Empresas de vídeo e
som estudam megafusão
Empresários do setor de vídeo e som no Brasil estudam a fusão de suas empresas. Neste sentido, não só a Gradiente, Sharp e CCE poderiam se fundir, mas outras também, admitiu o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Andréa Calabi, que se encontra em Davos, na Suíça. Não é o BNDES que está patrocinando estas fusões, mas sim os empresários, que me comunicam que estão estudando e nos consultam. Um dos empresários que conversou comigo sobre o assunto foi o Eugênio Staub.
Os empresários, por sua vez, evitaram comentar o assunto, dizendo que ainda é prematuro se falar em fusão, mas admitem que há estudos em andamento. Há muitos estudos a respeito, mas é muito prematuro se afirmar algo concreto, afirmou um importante executivo de uma das empresas.
Estes estudos poderão desembocar na necessidade de fortalecimento das companhias, que sofreram um encolhimento de mercado. Uma maneira seria seria elas se fortalecerem com fusões e buscando novos produtos e preços mais competitivos, disse um dos executivos envolvidos nas negociações. Calabi disse que se os empresários chegarem a um consenso e apresentarem um plano que necessite de financiamento do BNDES, nós vamos estudar. Esta situação começou a ser sentida com o fechamento de algumas lojas importantes do mercado, que eram distribuidoras de seus produtos, como a Casas Centro, Girz Aronson, a reformulação nas Lojas Arapuã e outras menores.





