Empresas de maquinários fazem bons negócios no BelaSafra
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Victor Lopes<br> Reportagem Local 
Empresas do setor de maquinários voltados ao agronegócio participam da 14ª edição do BelaSafra evento de difusão de tecnologia realizado pela Belagrícola que começou terça-feira e segue até hoje em Cambé. Os representantes de algumas marcas conversaram com a FOLHA e estavam satisfeitos com a movimentação do evento e comercialização do portfólio. Para eles, o início do ano é um termômetro acerca do que está por vir nas principais feiras do setor, que iniciam oficialmente na próxima semana com o Show Rural, em Cascavel. A expectativa do BelaSafra é que até hoje passem pelo evento cerca de oito mil produtores e uma movimentação de R$ 200 milhões.
Pelo segundo ano no BelaSafra, a Jumil tem como carro-chefe de comercialização as plantadeiras, nas quais a empresa promete atender mais de 95% das condições de solo, clima e outros requisitos para diversas regiões. O destaque no estande da marca é a JMCF3000, uma máquina colhedora de forragens, que vai acoplada a colheitadeiras de grãos. "Para nós, o BelaSafra é um termômetro do que vai acontecer durante o ano. No primeiros dias de evento, já tivemos negócios se aproximando da casa de R$ 1 milhão. Até o fechamento do evento, queremos comercializar por volta de R$ 4 milhões a R$ 5 milhões. A safra deve ser cheia no Paraná, além dos preços das commodities estarem favoráveis, com uma ligeira tendência de alta", salientou o coordenador de vendas da empresa, Carlos Eduardo Tamburus.
Já a GTS Brasil, que trabalha com plataformas de milho, carretas graneleiras, plainas e carros de transporte de plataformas, participa pela primeira vez do BelaSafra e veio com o principal intuito de expor os lançamentos. "Este ano estamos fazendo um trabalho em cima do subsolador descompactador Terrus, uma novidade no mercado nacional. O diferencial do produto é o posicionamento de astes em paralelo, proporcionando um melhor potencial de calagem e descompactação do solo, sem a remoção superficial do mesmo", relatou o representante comercial da marca, Mauro Sangelopes.
Por fim, o administrador de vendas da Jacto, Lucas Guerreiro Rossi, relatou que a expectativa da empresa, que trabalha com máquinas autopropelidas, pulverizadores de três pontas e também de arrasto, é que o governo federal libere crédito neste ano e aqueça o mercado de forma efetiva. "No BelaSafra, o momento está bem positivo. Nossa maior tecnologia se refere a um pulverizador que faz o corte de seção bico a bico, trazendo a economia de sobreposição de produtos e controle da fitossanidade bem mais eficientes", concluiu ele.


