Para o economista e consultor Sergio Martenetz, os bancos e as financeiras que estão explorando o crédito pessoal estão embolsando lucros gordos. ‘‘E o governo arrecadando mais impostos’’, afirma. Martenertz observa que as taxas cobradas no crédito pessoal estão altíssimas considerando que a aplicação dos investimentos rende no máximo 1,5% ao mês.
Ele diz que a diferença entre a taxa cobrada na ponta do crédito pessoal e a paga aos investidores fica com o governo através de impostos e com as instituições financeiras, que lucram alto com essas operações. O economista diz que as necessidades levam as pessoas a pagar muitas vezes os altos preços dos empréstimos. ‘‘Mas é preciso alertar que às vezes as pessoas se empolgam com o parcelamento em até 12 vezes e nem sabem o quanto estão pagando de juros’’. (V.C.)

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