Empresas & Negócios
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Revolução feminina
As mulheres vão representar 41% da população economicamente ativa de 90 milhões de pessoas prevista para 2005. Elas responderão por 70% das decisões de compra envolvendo produtos embalados para rápido consumo, tais como alimentos, cosméticos, produtos de higiene pessoal ou do lar, bebidas, refrigerantes, sucos e remédios.
Estes dados integram relatório Brasil Pack Trends 2005, apresentado durante a Feira Internacional da Alimentação (Fispal 98) que aconteceu na semana passada, em São Paulo. A conclusão é que nenhum produto ou embalagem poderá estar presente no mercado sem levar em conta os interesses femininos.
O relatório também identificou o forte potencial do mercado brasileiro de embalagens, que deve dobrar nos próximos 10 anos, chegando na casa dos US$ 20 bilhões e colocando o Brasil entre os cinco maiores produtores mundiais.
O boom dos hotéis
Os investimentos em hotéis estão cada vez maiores e diversificados. Estudo da KPMG - uma das maiores empresas de consultoria e auditoria do mundo - mostra que as cadeias hoteleiras internacionais investiram mais de US$ 750 milhões na América Latina nos últimos anos e deverão colocar entre US$ 2 e US$ 3 bilhões nos próximos cinco anos.
Em 1996 existiam aproximadamente 1.151.000 quartos de hotel na Amércia Latina, sendo que 89% não pertenciam a cadeias hoteleiras. A ocupação dos 131.000 quartos restantes eram dividios em: 48% para os Estados Unidos, 17% para Europa e 35% para os demais países.
As 9 maiores cadeias hoteleiras na AL em termos de número de quartos são: Holyday Hospitality, Grupo Posadas, Inter-Continental, Best Western Westin, ITT Sheraton, Grupo Sol/Meliá, Hilton Internacional, Radisson Internacional e Hyat Internacional.
Eventos de incentivo
Levantamento da Embratur mostra que a motivação para viagens de negócios aumentou consideravelmente nos últimos anos. Estatísticas revelam que, somente no ano passado, 24,6% dos turistas que vieram ao Brasil estavam a trabalho. Boa parte deste número está relacionado a eventos de incentivo.
Os dados da Embratur mostram a necessidade das empresas de investir em encontros desse tipo. Ou seja, cada vez mais as companhias se conscientizam da importância de reunir os funcionários num ambiente diferenciado como motivação para estimular os participantes e alcançar novos negócios.
Dunkin vira Café
Depois de 15 anos no mercado brasileiro, a Dunkin Donuts está transformando suas lojas em casas de café. Hoje, cerca 80% do faturamento no Brasil vem da venda de donuts. A estimativa é de que o total caia e fique em 60%. Com a alteração, a rede espera faturar 30% mais.
Na verdade, quando a rede chegou por aqui, em 1983, a idéia era abrir casas de café. Mas não houve êxito, a aceitação ocorreu apenas com os donuts. Por isso, a alteração é resgatar a idéia original. Para os franqueados da rede, há a opção de migrar para o novo sistema ou permanecer no antigo modelo.
A rede está em oito Estados do Brasil e tem 150 pontos-de-venda. O faturamento no País, em 1997, ficou em US$ 16 milhões. A expectativa para este ano é de ganho bruto de US$ 18 milhões. O mercado brasileiro concentra 40% da atuação da empresa na América do Sul. A Dunkin Donuts está em 35 países e tem faturamento anual de US$ 3 bilhões.
DivulgaçãoSHOPPING
TV Carrefour A rede de hipermercados Carrefour colocou sua marca em televisores de última geração fabricados no País. É a primeira empresa do setor de distribuição nacional a entrar neste mercado. As 50 lojas da rede começaram na semana passada a operação, que supera a cifra de R$ 10 milhões, para a venda de 30 mil aparelhos de TV First-Line - a marca mundial do Carrefour na área de eletroeletrônicos.
Parceria com a Sharp brasileiro, para comemorar a Copa do Mundo, possibilita ao Carrefour vender TVs de 29, 20 e 14 polegadas a preços competitivos - R$ 689, R$ 289 e R$ 239, respectivamente.
Aurélio Albano, de Londrina, com sucursais e agências





