IlustraçãoA frustração de vendas registrada no ano passado, quando foram comercializados 7,8 milhões de aparelhos de televisão, quase 1 milhão a menos do que o esperado, abalou o otimismo da maioria das indústrias, que decidiram colocar o pé no freio nas promoções.A menos de dois meses da abertura da Copa do Mundo, dá para contar nos dedos os fabricantes que já iniciaram campanhas de marketing e premiações ao consumidor.
Em ano de Copa do Mundo, normalmente o número de televisores vendidos cresce entre 6% e 7% e o maior volume de vendas (60%) concentra-se no primeiro semestre. Para este ano, no entanto, os fabricantes estão contando apenas com a migração de vendas do segundo para o primeiro semestre, mas não com crescimento nos volumes.
O desemprego elevado e as altas taxas de juros fizeram com que as empresas reavalissem o mercado de forma mais realista. Para os fabricantes, essa vai ser a Copa do equilíbrio, não da euforia.’
Em 1994, ano também de Copa, foram vendidos 4,8 milhões de televisores no mercado. Para este ano, a perspectiva é comercializar 35% a mais ou 6,5 milhões de unidades. Mesmo se esse volume for atingido, o mercado deste ano será 16% menor do que o de 1997. Gillette contra-ataca

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