Outra disputa está agitando o mercado, desta vez no setor de entretenimento. As videolocadoras acusam as grandes distribuidoras de filmes de serem vilãs de um drama cujo trailer é um boicote por parte das lojas de vídeo nas compras de fitas. O epílogo pode ser um processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
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A Associação Vídeo Software do Brasil (VSDB) está orientando seus filiados - cerca de 12 mil - para que reduzam ao mínimo a compra de pacotes de lançamentos de filmes das distribuidoras, para pressioná-las a baixar 40% o preço das fitas. A VSDB quer também que as distribuidoras aumentem de 30 para 60 dias o prazo de pagamento dos pedidos e melhorem as condições de negociação.
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O setor de videolocação movimenta US$ 1 bilhão por ano, com potencial para crescer três vezes. O problema é que, além da concorrência com outros meios de entretenimento (como a TV paga), o setor passa por processo de descapitalização. Enquanto a locação custa em média R$ 3 desde agosto de 94, o preço médio de uma fita passou de R$ 52 para R$ 73 no período. A VSDB garante que, se as distribuidoras reduzirem o preço das fitas, o valor da locação cairá 28%.

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