Arno vendida por
R$ 167,4 milhões
O Grupo SEB, através de suas subsidiárias no Brasil, a Prudent do Brasil e o Groupe Seb do Brasil, além de fechar o negócio da compra de 93,21% do controle da Arno de seus principais sócios Felipe Arno e Bosch, por US$ 153,04 milhões, também adquiriu mais 15% de ações preferenciais ao preço de R$ 241,26 cada uma. O negócio saiu ao final por US$ 167,4 milhões.
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O preço inicial fixado para a compra dos 93,21% do controle era de US$ 162,3 milhões, que acabou sendo reduzido em US$ 9 milhões, segundo edital publicado no dia 20 de março quando foi anunciado o negócio. Independente da compra de apenas 15% de ações preferenciais, o Grupo Sebb tinha ficado com o direito de adquirir as ações ordinárias dos acionistas controladores da Arno. O Grupo francês também confirmou que não pretende fechar o capital da Arno que continuará com ações sendo negociadas em bolsa.Brasileiros têm mais
crédito em Miami
Os brasileiros - pessoas física e jurídica - investem US$ 500 milhões anuais na compra e construção de imóveis na Flórida (EUA). O investimento normalmente é feito sem financiamento bancário. ‘‘Os brasileiros procuram comprar imóveis residenciais e comerciais e pagam à vista’’, diz o brasileiro Casemiro Câmara, diretor de crédito imobiliário do Real Trust Financial. De olho nesse mercado potencial, afirmou Câmara, o Real Trust, companhia licenciada pelo departamento bancário e financeiro da Flórida para financiamento de imóveis, liberou este ano US$ 100 milhões só para brasileiros que estejam dispostos a investir no estado.
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O brasileiro que quiser se candidatar à pré-qualificação para a compra de imóveis precisará de alguns documentos: três cartas de referência de crédito no Brasil; carta de estabelecimento da empresa no País (se pessoa física, comprovante de residência); dinheiro da entrada do imóvel, mínimo de 20%, dependendo do caso; e cópia de passaporte (pessoa física). ‘‘Se a papelada estiver em ordem, o dinheiro sai em dez dias’’, garantiu Câmara. O prazo de financimento pode chegar a 30 anos. Ou seja, o dobro da média do prazo de financiamento de imóveis no Brasil. As taxas de juros também são bastante competitivas: 11,5% anuais (pessoa jurídica) e 10,25% por ano (pessoa física).
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Essa abertura para os brasileiro tem uma razão muito especial. O Brasil é o maior parceiro comercial da Flórida dentro da América Latina. Naquele Estado vivem pelo menos 180 mil brasileiros. Para fortalecer as relações entre o Brasil e a Flórida está programado para agosto um seminário, em Fortaleza, que deverá contar com a presença da prefeita da Flórida, Glenda Hood.Cereser investe no
setor de isotônicos
O mercado brasileiro de sucos promete uma concorrência pesada para os próximos meses. A Viti-Vinicola Cereser, que opera há 71 anos em Jundiaí, na produção de champanhe, vermouth e vodka, adquiriu 60% do controle da Sun-Home, de Araraquara. Ela passa agora a distribuir em todo o País os não alcoólicos. Os investimentos são de cerca de US$ 5 milhões.
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Xisto Cereser, diretor presidente do Grupo Cereser - que inclui o Vinagre Castelo e a Distribuidora Cimepal -, diz que a tendência do mercado é de crescimento dos não alcoólicos e isotônicos. Sua empresa não poderia ficar de fora da concorrência. O diretor comercial da Sun-Home, em Araraquara, Wladimir Mendes Carvalho, afirma que há muito espaço para se conquistar. Hoje são consumidos anualmente, no País, 1 bilhão e 200 milhões de litros desse tipo de produto.Mercado de tintas:
Coral quer liderança
A Tintas Coral, empresa pertencente ao grupo inglês ICI, está disposta a brigar pela liderança do mercado brasileiro de tintas - hoje nas mãos da Suvinil, do grupo alemão Basf. O setor de tintas deverá faturar US$ 2 bilhões este ano. No rol da novidades da Coral, além dos investimentos de US$ 60 milhões na área industrial para os próximos quatro anos, está uma linha de tintas, a Coral Dulux, que promete revolucionar o setor de tintas decorativas do País.
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‘‘Estamos trazendo o que há de mais avançado em tecnologia de tintas no mundo’’, afirma o presidente da empresa, Júlio Cardoso. Fora os investimentos previstos para atualização e ampliação da capacidade industrial em suas três fábricas - Santo André e Mauá (ambas em SP) e Recife (PE) -, Cardoso comentou que não está descartada a possibilidade de adquirir algum concorrente, se houver uma boa oportunidade. ‘‘O mercado brasileiro tem se concentrado muito nos últimos anos’’, contou.
Da Redação

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