Empresários responsabilizam as companhias distribuidoras
O proprietário do Posto Tauane, Carlos Lunardelli, afirmou que a gasolina comercializada por ele foi adquirida em distribuidoras autorizadas pela ANP. Lunardelli disse ainda que o aparelho que verifica o teor de mistura de álcool anidro na gasolina apontou o produto como dentro das especificações. ‘‘Vamos impetrar um mandato de segurança para retirar os lacres’’, afirmou.
‘‘O problema de mistura de álcool anidro foi provocado por erro da distribuidora que me abastece’’, afirmou o proprietário do Posto Santo Expedito, Hamilton Pires. Ele disse que irá devolver o produto para poder ter a bomba liberada. ‘‘Mas sei que isso não prejudicou os consumidores, porque o próprio governo já estuda aumentar em 2% o teor de álcool anidro na gasolina, que foi a porcentagem que a minha gasolina apresentou’’, comentou.
O proprietário do Posto Master 1, Maxwell Pavezi, afirmou que os combustíveis comercializados em seu estabelecimento são constantemente analisados e nunca apresentaram problema. ‘‘Hoje (ontem) mesmo, logo depois que a fiscalização da ANP passou por aqui, um químico da BR Distribuidora recolheu uma amostra e não identificou qualquer alteração’’, afirmou. O proprietário do Posto Cacique foi procurado, mas não foi encontrado pela reportagem. (Colaborou Cláudia Lopes)

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