O empresário Neivo Robson viu no consórcio a oportunidade de poupar, para alavancar o próprio empreendimento. Dono da Sachê Professional, com sede em Ibiporã, ele aderiu ao sistema pela primeira vez há 15 anos, mas foi há cinco que entendeu as vantagens que poderia ter. Hoje, ele mantém oito cotas ativas.
Robson conta que havia comprado um veículo, que usava para trabalhar por financiamento e em 2008 o motor do carro fundiu. Ele já pensava em abandonar a cota que tinha de consórcio para pagar o conserto, quando foi sorteado. "Pude comprar um carro novo, vendi o velho e quitei as últimas parcelas. Foi aí que vi que era uma forma de poupar, porque deu uma engrenada no meu negócio", conta.
A partir de então, comprou cotas de carros, caminhões, imóveis e serviços. Com os veículos, a empresa dele cresceu. "Não pago muitos juros, quito tudo em menos tempo e com menos preocupações. Só tem o inconveniente de não ter o bem de uma vez", diz. (F.G.)

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