O empresário José Augusto Rapcham investe em consórcio de imóveis há mais de 10 anos. "É uma forma boa de poupar, que exige disciplina", afirma. Quando é contemplado, ele compra o imóvel e aluga. "O aluguel ajuda a pagar as mensalidades."
Rapcham conta que já houve casos em que ele foi contemplado bem no início do consórcio e outros em que a sorte só chegou mais para o final. "Eu normalmente acabo dando lance para pegar a carta de crédito mais rápido." Para ele, o consórcio é bom investimento inclusive em tempo de crise.
Josué Pedro de Souza, diretor do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi-Paraná), reconhece que o consórcio de imóveis vem crescendo, mas não acredita que a modalidade irá ganhar participação muito grande nos negócios imobiliários. "Falta liquidez para o consórcio. Ele tem esse limitador que é a pessoa ter esperar para ser contemplada e o imóvel precisa estar pronto", ressalva. (N.B.)

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