O primeiro Hackathon Smart Cities será realizado em Londrina entre os dias 6 e 8 de dezembro, no Parque de Exposições Ney Braga, dentro da programação do Festival Internacional de Inovação de Londrina (FILL). O Hackathon será patrocinado pela JET, empresa do Cazaquistão especializada no setor de micromobilidade e atua no mercado de patinetes elétricos.

Diretor de Relações Governamentais da JET, Darkhan Torekhanov esteve em Londrina para a assinatura do contrato e, em conversa com a FOLHA, elogiou a cidade e destacou a importância de participar do evento internacional.

“Londrina me impressionou. Estou pela segunda vez aqui. É uma cidade limpa, organizada, é um exemplo. Dá para perceber que as pessoas são trabalhadoras na cidade. Admiro muito. É uma cidade linda e com infraestrutura para a micromobilidade”, disse o empresário cazaque. “Foi um grande prazer aceitar a proposta para patrocinar e participar, estar dentro do evento. Será um grande prazer contribuir com nossa experiência internacional. Vamos compartilhar ideias com Londrina”, seguiu Darkhan Torekhanov.

Cristianne Cordeiro Nascimento, presidente da Governança Londrina Inteligente, organizadora do Hackathon, destacou a importância da participação da empresa estrangeira na realização e deu ênfase no assunto da micromobilidade, que será tratado pelo empresário durante o evento.

“Teremos uma agenda extensa, com palestras, desafios, e um deles é o de mobilidade. A JET é a patrocinadora do evento e, dentre alguns temas que vamos tratar, uma é a micromobilidade. Queremos dar visibilidade para outros modais de mobilidade em Londrina e outras formas de se locomover. O trânsito já é bom, mas pode melhorar ainda mais”, destacou Cordeiro.

Além do tema mobilidade urbana e inteligente, o evento também vai tratar de pautas como meio ambiente, segurança pública e governança. Os interessados podem montar equipes para apresentar os projetos e efetuar as inscrições de forma gratuita pela internet

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Os prêmios serão de R$ 3 mil para os vencedores, R$ 2 mil para os segundos colocados, e R$ 1 mil para os terceiros colocados. Segundo Cristianne Cordeiro Nascimento, os grupos interessados em participar devem contar com pessoas com habilidades em negócios, além de interesse em tecnologia e áreas relacionadas ao que será proposto no Hackathon.

Ao fim do evento, as equipes participantes vão apresentar soluções e protótipos desenvolvidos à banca de avaliação, que vai julgar a partir dos critérios propostos, que serão identificação do problema, solução apresentada, viabilidade, grau de inovação e capacidade e competências.

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